
Queria saber falar de coisas cujas verdadeiras dimensões, desconheço.
Preciso entender como o mar se junta ao céu lá longe, no horizonte, sem que as nuvens se molhem, nem as estrelas percam seu brilho, tragadas pelas ondas. Desconheço o limite exato entre o sonho e realidade.
Queria saber do amor todas as nuanças, versões, aparências, embalagens e formas. Mas, não sei. Só sei amar. E, se penso ser grande meu amor, como saber se ele é maior que outro? Se é bastante, perceptível, bem recebido, correspondido, ideal... Mas, desconheço a verdadeira dimensão do amor. Só sei dos meus suores inexplicáveis, da taquicardia, do meu brilho no olhar, da minha vontade de um estar, do sorriso que me desenha o corpo, correndo louco pelas veias e artérias.
Queria saber explicar como consigo necessitar de um alguém, numa escala rara, que perpassa o próprio amor...
Queria poder emocionar (sempre) a fêmea que escolhi pra dividir uma varanda sossegada, num futuro que fica bem depois daqui e nem sei se vai existir...
Na verdade, esse queria não tem nada de pretérito e muito menos, de imperfeito. É só uma vontade louca de saber dizer: amo você.
Preciso entender como o mar se junta ao céu lá longe, no horizonte, sem que as nuvens se molhem, nem as estrelas percam seu brilho, tragadas pelas ondas. Desconheço o limite exato entre o sonho e realidade.
Queria saber do amor todas as nuanças, versões, aparências, embalagens e formas. Mas, não sei. Só sei amar. E, se penso ser grande meu amor, como saber se ele é maior que outro? Se é bastante, perceptível, bem recebido, correspondido, ideal... Mas, desconheço a verdadeira dimensão do amor. Só sei dos meus suores inexplicáveis, da taquicardia, do meu brilho no olhar, da minha vontade de um estar, do sorriso que me desenha o corpo, correndo louco pelas veias e artérias.
Queria saber explicar como consigo necessitar de um alguém, numa escala rara, que perpassa o próprio amor...
Queria poder emocionar (sempre) a fêmea que escolhi pra dividir uma varanda sossegada, num futuro que fica bem depois daqui e nem sei se vai existir...
Na verdade, esse queria não tem nada de pretérito e muito menos, de imperfeito. É só uma vontade louca de saber dizer: amo você.
Anderson Fabiano
Imagem (edit): Getty